Fala de Ruyter Poubel sobre “fazer igual o Epstein” em ilha viraliza e gera revolta

Em corte de live, influenciador é questionado por Nobru e Nathan Pereira e tenta se explicar dizendo “tudo igual, menos crianças”

14/04/2026 às 11:23 por Redação Plox

Um corte de uma live do influenciador Ruyter Poubel viralizou nas redes sociais nesta terça-feira (14/4). Na gravação, ao lado de outros dois rapazes, ele afirma que, caso comprasse uma ilha, faria o mesmo que o criminoso sexual Jeffrey Epstein.


Um corte de uma live do influenciador Ruyter Poubel viralizou nas redes sociais nesta terça-feira (14/4) e gerou revolta

Um corte de uma live do influenciador Ruyter Poubel viralizou nas redes sociais nesta terça-feira (14/4) e gerou revolta

Foto: Divulgação


Fala em live repercute e gera críticas

Se eu compro uma ilha, eu faço igual o Epstein

Ruyter Poubel

Segundo o vídeo, a declaração surpreende os influenciadores Nobru e Nathan Pereira, que pedem para ele explicar o que quis dizer. Em seguida, Ruyter completa:

Sem a parte de crianças. Tudo igual, menos crianças. Se o Epstein te chamasse, tu ia? É o maior julgamento com o pessoal que foi, entendeu

Ruyter Poubel

A fala circulou amplamente nas redes e provocou revolta entre internautas. Entre as reações, uma pessoa escreveu no X (antigo Twitter):

“Tirando as crianças, mas deixando abuso sexual, exploração sexual, tráfico de pessoas, coerção e manipulação, canibalismo e etc…”

Outro comentário afirmou:

“É isso que um cara desse pensa sobre a vida”.

Quem foi Jeffrey Epstein

Jeffrey Epstein é acusado de liderar um esquema internacional de exploração sexual de menores. De acordo com as acusações, ele teria abusado e traficado sexualmente dezenas de meninas — muitas delas menores de idade — entre os anos 1990 e 2000.

O caso ganhou repercussão internacional por envolver uma rede de exploração sexual que veio à tona nos Estados Unidos e também por causa das conexões de Epstein com empresários, políticos e celebridades.

Em 2008, ele fechou um acordo com promotores na Flórida, que o livrou de acusações federais mais graves, e cumpriu cerca de 13 meses de prisão em um regime considerado brando.

Em julho de 2019, Epstein foi preso novamente por acusações federais de tráfico sexual. Um mês depois, foi encontrado morto na cela do Centro Correcional Metropolitano de Nova York. A morte foi oficialmente classificada como suicídio, mas gerou teorias da conspiração devido a falhas nas câmeras de segurança e à ausência de vigilância adequada na noite do ocorrido.

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