Bruninho Samudio diz que tentou dialogar com o pai antes de entrar na Justiça por pensão
Filho afirma que enviou diversas mensagens pelas redes sociais, não obteve resposta e decidiu seguir com cobrança judicial de pensão alimentícia atrasada há cerca de quatro anos
15/01/2026 às 22:46por Redação Plox
15/01/2026 às 22:46
— por Redação Plox
Compartilhe a notícia:
Bruninho Samudio afirmou nesta quinta-feira (15) que tentou conversar com o pai antes de entrar na Justiça para cobrar uma dívida de pensão alimentícia que, segundo ele, já se arrasta há cerca de quatro anos. Em entrevista ao programa Balanço Geral, da Record, o jovem contou que buscou contato pelas redes sociais, mas não recebeu resposta e decidiu recorrer aos seus direitos legais.
Bruninho Samudio fala sobre tentativa de diálogo e cobrança de pensão alimentícia em entrevista ao Balanço Geral, da Record.
Foto: .Foto: Divulgação
Jovem diz que tentou cumprir pedido de ser ouvido
De acordo com Bruninho, a iniciativa de diálogo veio após sucessivas declarações do pai de que nunca teria tido a chance de apresentar sua versão dos fatos. Para tentar encerrar o impasse, o jovem resolveu procurá-lo diretamente.
Na entrevista, ele relatou que enviou diversas mensagens pelas redes sociais, mas não conseguiu avançar no contato. Segundo Bruninho, a frustração aumentou justamente no momento em que decidiu escutar o que o pai tinha a dizer.
Mensagens sem resposta e divulgação de áudios
Bruninho contou que recorreu principalmente ao Instagram para tentar o diálogo. Mesmo assim, não obteve retorno e afirmou que o pai teria, posteriormente, divulgado áudios em que atribui à família do jovem o interesse em se expor publicamente.
Para o jovem, essa postura contrasta com o discurso de que faltaria espaço para que o pai fosse ouvido. A ausência de resposta às tentativas de contato foi o ponto decisivo para que ele partisse para a cobrança judicial.
Cobrança de pensão após quatro anos
Sem acordo e sem retorno, Bruninho decidiu seguir com a cobrança formal da pensão alimentícia atrasada, que, segundo ele, corresponde a aproximadamente quatro anos de pagamentos. O jovem afirma que considera ter feito sua parte ao oferecer ao pai a oportunidade de explicar sua versão antes de acionar a Justiça.
Ele diz que buscava, sobretudo, colocar fim ao conflito e evitar novas alegações de que o pai não teria tido chance de falar. Para Bruninho, a partir do momento em que a tentativa de conversa foi ignorada, a prioridade passou a ser a garantia de seus próprios direitos.