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Um levantamento recente acendeu um sinal de alerta em Minas Gerais: quase metade dos municípios do estado apresenta níveis preocupantes de infestação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
De acordo com dados do primeiro Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2026, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), 184 cidades estão em situação de risco e outras 422 aparecem em alerta. Apenas 213 municípios registraram índices considerados satisfatórios.
O estudo, realizado entre janeiro e março, utiliza o Índice de Infestação Predial (IIP), que avalia a presença de larvas do mosquito em imóveis. Quando esse índice ultrapassa 3,9%, o risco de surto é considerado alto.
Mesmo com o avanço da infestação em parte do estado, Minas Gerais registra uma redução significativa nos casos de dengue em comparação com o ano passado. Até a 15ª semana epidemiológica de 2026, foram contabilizados cerca de 45 mil casos prováveis, contra mais de 94 mil no mesmo período de 2025 — uma queda de quase 80%.
Apenas 213 municípios registraram índices considerados satisfatórios.
Foto: Divulgação
Apesar da diminuição geral, algumas regiões seguem na contramão. Em Belo Horizonte, por exemplo, houve aumento nas notificações, enquanto municípios do interior enfrentam crescimento expressivo. É o caso de Ituiutaba, que decretou situação de emergência após um salto de 268% nos casos de dengue.
Além da dengue, Minas também soma milhares de registros de chikungunya e dezenas de casos de zika neste ano, mantendo o alerta das autoridades de saúde.
Especialistas reforçam que a principal forma de combate continua sendo a prevenção dentro das próprias residências. Recipientes com água parada, caixas d’água destampadas, pneus e vasos de plantas seguem entre os principais focos do mosquito.
A orientação é clara: eliminar criadouros é a medida mais eficaz para conter a proliferação do mosquito e evitar novos casos da doença.