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O volume de vendas do comércio varejista no país cresceu 0,6% em fevereiro, na comparação com janeiro. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (15/4) pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No acumulado de 12 meses, a taxa de crescimento foi de 1,4%.
Resultado renova recorde que havia sido alcançado no mês anterior para a série histórica, que teve início no ano 2000.
Foto: Freepik.
Iniciada em janeiro de 1995, a PMC produz indicadores sobre o comportamento conjuntural do comércio varejista no país. Para calcular os resultados, o IBGE monitora a receita bruta de revenda em empresas formais, com 20 ou mais trabalhadores, cuja atividade principal é o comércio varejista.
A pesquisa reúne indicadores de faturamento real e nominal, além de dados sobre pessoal ocupado, salários e outras remunerações.
Segundo o IBGE, o setor renovou o recorde alcançado no mês anterior na série histórica, que teve início em 2000.
Ao todo, o comércio varejista tem oito atividades acompanhadas pela pesquisa. Em fevereiro, quatro delas registraram resultados positivos, enquanto a outra metade ficou no campo negativo.
Entre os principais destaques de alta estão livros, jornais, revistas e papelaria (2,4%), combustíveis e lubrificantes (1,7%) e hiper e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,1%).
Do lado das quedas, os destaques negativos foram equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,7%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%).
O comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, registrou alta de 1,0% em fevereiro na comparação com janeiro.
Frente a fevereiro de 2025, houve redução de -2,2%. No acumulado de 12 meses, o varejo ampliado apresentou retração de -0,4%.
No detalhamento do varejo ampliado, veículos e motos, partes e peças tiveram alta de 1,6%, enquanto material de construção variou 0,5%.
O IBGE informou que o atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo não teve divulgação nessa comparação por não apresentar número suficiente de meses para ser submetido à modelagem de ajuste sazonal.