Jovem de 19 anos é executado a tiros por comparsa em Goiânia
Vítima foi baleada à queima-roupa na cabeça por parceiro de crime após desentendimento na Vila Aurora Oeste, em Goiânia; suspeito de 25 anos fugiu, mas foi localizado, atirou contra policiais, acabou baleado e morreu. Com ele, foram apreendidas duas armas de fogo.
16/01/2026 às 11:43por Redação Plox
16/01/2026 às 11:43
— por Redação Plox
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Um jovem de 19 anos foi executado com tiros à queima-roupa por um comparsa, na Vila Aurora Oeste, em Goiânia. De acordo com a Polícia Militar de Goiás (PMGO, os dois planejavam cometer um crime juntos, mas acabaram se desentendendo. Em um momento de distração, um deles atirou e matou o outro.
O homicídio ocorreu na madrugada de quarta-feira (14/1) e foi registrado por câmeras de segurança da região. As imagens mostram toda a ação.
Segundo a PMGO, os dois rapazes planejavam um assalto e se desentederam. Aproveitando um momento de distração, um executou o outro
Foto: Divulgação/PMGO
Execução à queima-roupa flagrada por câmeras
Nas imagens, consideradas fortes, é possível ver os dois rapazes caminhando pela rua quando a vítima, que usava uma camisa vermelha, para e se abaixa para pegar algo na calçada. Nesse instante, o comparsa se aproxima por trás, saca uma arma e dispara pela primeira vez contra a cabeça do jovem.
O rapaz cai no meio-fio e o suspeito, de 25 anos, faz novos disparos. Após a execução, ele foge do local, mas é encontrado pouco depois pela PMGO em uma casa no mesmo bairro.
Confronto com a polícia e morte do suspeito
Segundo a Polícia Militar, durante a abordagem, o homem teria atirado contra os policiais e acabou baleado no confronto. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu.
A corporação informou ainda que, com o suspeito, foram apreendidas duas armas de fogo: uma pistola calibre .40, apontada como a utilizada na execução do jovem de 19 anos, e um revólver calibre .38, que teria sido usado contra os militares.
De acordo com a PMGO, o homem já tinha passagens pela polícia por homicídio, roubo e corrupção de menores. O caso reforça o histórico criminal do suspeito e a gravidade da ação registrada pelas câmeras de segurança.