TJMG nega novo habeas corpus e mantém prisão de cantor sertanejo investigado por acidente na BR-458 no Vale do Aço

Relber Pereira Costa, da dupla com Allan, segue preso no Ceresp de Ipatinga após a Justiça manter a prisão preventiva; ele é investigado por colisão que deixou quatro feridos

16/03/2026 às 10:42 por Redação Plox

A Justiça de Minas Gerais decidiu manter a prisão preventiva do cantor sertanejo Relber Pereira Costa, que faz dupla com Allan. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou o terceiro pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do artista, que permanece preso enquanto o processo segue em andamento.

A defesa de Relber apresentou novos pedidos de habeas corpus, sustentando que não haveria necessidade de manter a prisão preventiva.

A defesa de Relber apresentou novos pedidos de habeas corpus, sustentando que não haveria necessidade de manter a prisão preventiva.

Foto: PLOX


Com o indeferimento do novo recurso, Relber continuará detido no Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp), em Ipatinga, no Vale do Aço. A manutenção da prisão ocorre em meio à tramitação do caso na Justiça.

Acidente na BR-458 deixou quatro pessoas feridas

O cantor é investigado por um acidente de trânsito registrado em 6 de julho, na ponte metálica da BR-458, sobre o Rio Doce. De acordo com as investigações, ele dirigia uma caminhonete VW Amarok quando se envolveu em uma colisão com um Chevrolet Spin, deixando quatro pessoas feridas.

Acusações incluem tentativa de homicídio e posse irregular de munição

Segundo o Ministério Público, o artista responde por tentativa de homicídio com dolo eventual — quando o investigado assume o risco de provocar a morte — e por abandono do local do acidente. No decorrer das apurações, policiais encontraram munições no apartamento do cantor, o que resultou em mais uma acusação, desta vez por posse irregular.

TJMG vê requisitos para manter prisão preventiva

A defesa de Relber apresentou novos pedidos de habeas corpus, sustentando que não haveria necessidade de manter a prisão preventiva. O TJMG entendeu, porém, que ainda estão presentes os requisitos legais para a continuidade da medida, levando em conta a gravidade do caso e a necessidade de garantia da ordem pública.

Mesmo com a nova negativa, os advogados do cantor ainda podem recorrer a instâncias superiores em busca de uma reavaliação do pedido de liberdade.

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