Cães farejadores acham 283,5 kg de haxixe em carga no Aeroporto de Guarulhos
Droga veio dos Estados Unidos em duas remessas da Califórnia e foi avaliada pela Receita Federal em cerca de R$ 34 milhões; ninguém foi preso até o momento.
16/04/2026 às 08:33por Redação Plox
16/04/2026 às 08:33
— por Redação Plox
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Cães farejadores da Receita Federal localizaram, na quarta-feira (15), mais de 280 quilos de haxixe no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na região metropolitana. A droga, que veio dos Estados Unidos e está avaliada em R$ 34 milhões, foi apreendida.
Até o momento, nenhum suspeito por tráfico internacional de entorpecentes foi preso pelas autoridades.
Cães farejadores encontram haxixe em carga vinda dos EUA para o Brasil. Ação da Receita Federal ocorreu no aeroporto de Guarulhos
Foto: Divulgação/Receita Federal
Inspeção de rotina no terminal de cargas
A apreensão ocorreu durante uma inspeção de rotina da Receita Federal no terminal de cargas. Dois cães treinados para farejar drogas, conhecidos como K9, indicaram a presença de entorpecentes em duas remessas vindas da Califórnia.
Ao todo, foram apreendidos 283,5 quilos de haxixe, avaliados em cerca de R$ 34 milhões, segundo estimativa da Receita Federal.
Nona apreensão em 2026 e recorde no acumulado
Esta foi a nona apreensão do tipo apenas em 2026. No acumulado do ano, já foram retirados de circulação 1.486 quilos da droga, o que representa um recorde histórico, de acordo com o órgão.
Receita Federal usa cães farejadores para achar drogas
Foto: Divulgação/Receita Federal
Comunicação às autoridades dos EUA e troca de inteligência
O caso será comunicado às autoridades norte-americanas, já que a droga teve origem nos Estados Unidos.
A iniciativa prevê a troca de informações de inteligência em tempo real entre a Receita Federal do Brasil e autoridades aduaneiras americanas para o monitoramento de cargas e o enfrentamento de ilícitos transnacionais.
Atuação integrada para coibir o tráfico
Em nota, a Receita Federal informou que segue atuando de forma integrada com órgãos nacionais e internacionais, com uso de inteligência, tecnologia, análise de risco e equipes especializadas, incluindo os cães K9, para coibir o tráfico de drogas e outros crimes no comércio exterior.