Tio de Suzane Richthofen morre em SP e corpo vira alvo de disputa familiar

Empresária que move ação para reconhecer união estável com médico de 76 anos e a sobrinha dele, Suzane Richthofen, foram ao mesmo distrito policial para tentar liberar o corpo; polícia trata caso como morte suspeita

17/01/2026 às 07:38 por Redação Plox

A prima do tio de Suzane Richthofen tenta desde 2023 o reconhecimento e a dissolução de uma união estável com o médico na Justiça de São Paulo. O processo segue em andamento e ainda não há decisão judicial sobre o pedido.

No último fim de semana, a empresária Carmem Silvia Gonzalez Magnani, de 69 anos, obteve autorização da polícia para liberar o corpo do primo, o médico Miguel Abdalla Netto. Ele tinha 76 anos e foi encontrado morto em 9 de janeiro, na casa onde morava sozinho, na Zona Sul da capital paulista.

Miguel também era tio de Suzane Richthofen, que ganhou notoriedade nacional por ter mandado matar os pais em 2002.*

Investigação trata caso como morte suspeita

A Polícia Civil apura a morte de Miguel como morte suspeita, enquanto aguarda os resultados dos laudos da Polícia Técnico-Científica. A principal hipótese é de morte natural, por infarto, mas a confirmação depende dos exames periciais, que ainda não ficaram prontos.

Disputa pela liberação do corpo

Horas depois de Carmem comparecer à delegacia e obter a liberação do corpo, Suzane foi ao mesmo local com o mesmo objetivo: retirar o cadáver do tio materno. O pedido dela, porém, foi negado, já que a autorização já havia sido concedida a Carmem.

De acordo com policiais ouvidos pelo g1, nem a prima Carmem nem a sobrinha Suzane mantinham contato ou tinham boa relação com Miguel. Ainda assim, as duas procuraram o 27º Distrito Policial (DP), no Campo Belo, para reclamar o corpo do médico.

Motivações seguem em aberto

As razões que levaram as duas familiares a disputar a liberação do corpo não são conhecidas. Caberia apenas a elas explicar o interesse, já que Miguel tinha outros primos que também poderiam ter feito o pedido formal à polícia.

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