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Minas Gerais já registra mortes por dengue em 2026 e mantém óbitos em investigação tanto para dengue quanto para chikungunya, de acordo com o boletim epidemiológico de monitoramento das arboviroses divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). O documento também apresenta o cenário da circulação do vírus zika no estado, com casos confirmados e sem registro de mortes.
Dengue
Foto: Freepik
Segundo a SES-MG, até 12 de março de 2026 o estado contabilizava 25.273 casos prováveis de dengue e 8.144 casos confirmados. Havia ainda 17 óbitos em investigação e 6 mortes por dengue já confirmadas.
Em relação à febre chikungunya, o boletim aponta 3.678 casos prováveis e 2.176 casos confirmados. Há 1 óbito em investigação por chikungunya, sem morte confirmada pela doença até a data do documento.
Para o vírus zika, o levantamento registra 12 casos prováveis e 4 casos confirmados, sem óbitos confirmados ou em análise.
O boletim da SES-MG esclarece que os casos prováveis correspondem às notificações de suspeita da doença, excluídos os casos já descartados. Dentro desse universo, o documento separa os casos confirmados para cada uma das arboviroses monitoradas.
O relatório também diferencia óbitos confirmados de óbitos em investigação. As mortes em análise dependem de encerramento epidemiológico e, em muitos casos, de exames laboratoriais, o que pode levar à confirmação ou ao descarte da relação com dengue, chikungunya ou zika.
Os números reforçam a necessidade de intensificar o combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, chikungunya e zika. A recomendação das autoridades de saúde é eliminar possíveis criadouros, como recipientes com água parada, calhas entupidas e caixas d’água destampadas.
Diante de suspeita de dengue, a população deve procurar atendimento médico ao perceber sinais de alarme, como piora do estado geral, dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos, tontura ou desmaios.
No caso da chikungunya, além do quadro febril, a doença pode provocar dor articular intensa e prolongada, exigindo acompanhamento de saúde adequado. Já o zika aparece com menor número de casos no estado, mas segue sob vigilância, especialmente por seu potencial de complicações em situações específicas, como em gestantes.
A SES-MG publica boletins periódicos sobre a situação das arboviroses, e novos documentos devem atualizar os números divulgados até 12 de março de 2026. Os óbitos atualmente classificados como “em investigação” podem ser confirmados ou descartados após a conclusão das análises epidemiológicas e laboratoriais, o que pode alterar o total de mortes atribuídas a dengue, chikungunya e zika em Minas Gerais.
As informações mais recentes devem ser acompanhadas diretamente nas plataformas oficiais da Secretaria de Estado de Saúde, que concentra os dados consolidados e atualizações sobre o cenário das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti no estado.