STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
Uma ocorrência de violência doméstica e posse ilegal de arma de fogo mobilizou a polícia na noite de domingo (15), na Rua Berlim, bairro Bethânia, em Ipatinga (MG).
De acordo com o registro, tratava-se de uma garrucha caseira calibre .38 e uma munição do mesmo calibre. Todo o material foi apreendido e recolhido para a delegacia de plantão.
Foto: Divulgação/Polícia Militar
Acionada via COPOM para averiguar denúncia de agressão no contexto da Lei Maria da Penha, a equipe policial seguiu para o endereço informado. Durante o deslocamento, outra viatura que patrulhava a região foi abordada por pessoas que disseram ter ouvido gritos de socorro vindos do imóvel, reforçando a gravidade da situação.
Ao chegar ao local, os militares iniciaram a intervenção e realizaram busca nos pertences do casal. Durante a revista, encontraram uma arma de fogo de fabricação artesanal escondida no interior de um urso de pelúcia. Em continuidade à varredura no quarto, localizaram ainda um projétil com características de calibre .38, guardado em um porta-joias dentro de uma caixa de brinquedos.
De acordo com o registro, tratava-se de uma garrucha caseira calibre .38 e uma munição do mesmo calibre. Todo o material foi apreendido e recolhido para a delegacia de plantão.
A vítima relatou à polícia que mantém união estável com o suspeito há cerca de seis anos. Segundo ela, o companheiro, tomado por ciúmes, passou a oprimi-la e a fazer ameaças contra sua integridade física. A mulher negou, porém, ter sofrido agressões físicas no episódio em questão.
O homem, por sua vez, afirmou que apenas repreendeu a companheira após encontrá-la ingerindo bebidas alcoólicas em um estabelecimento comercial. Ele admitiu ser o dono da arma artesanal encontrada no imóvel e disse que o projétil apreendido teria sido retirado de seu corpo após um disparo sofrido em um desentendimento anterior com um familiar, motivo pelo qual havia guardado o objeto.
No momento da abordagem, a mulher apresentava sinais visíveis de embriaguez, como hálito etílico e fala desconexa. Ela se recusou a acompanhar a guarnição até a delegacia para o registro da ocorrência, apesar das orientações dos policiais.
Diante da localização da arma de fogo e da munição, o homem, de 27 anos, recebeu voz de prisão em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Ele foi conduzido à unidade policial, juntamente com todo o material apreendido, para a formalização dos procedimentos legais cabíveis.