STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
A Polícia Federal (PF) coordena, nesta quarta-feira (18), uma operação de grande porte que reúne forças de segurança de 15 estados, com foco no combate ao tráfico de drogas e armas, na atuação de facções criminosas e em crimes correlatos, como lavagem de dinheiro. As ações envolvem o cumprimento de mandados de prisão, de busca e apreensão e medidas contra o patrimônio dos investigados, como bloqueio de valores.
PF faz operação em 15 estados contra tráfico e lavagem de dinheiro
Foto: Divulgação/PF
De acordo com as informações em circulação até o momento, a ofensiva ocorre de forma integrada pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs), estrutura que reúne a Polícia Federal e diferentes órgãos de segurança estaduais e federais em ações conjuntas. Esse modelo de força-tarefa é voltado a atingir redes criminosas com ramificações em vários estados, especialmente ligadas ao tráfico e ao financiamento do crime.
A lista de unidades da federação mencionadas inclui Minas Gerais e São Paulo, além de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Sergipe.
Até a última verificação, não havia uma nota nacional única da PF, com data, horário e detalhamento consolidado, confirmando números gerais da operação, como total de mandados e valores bloqueados. Dessa forma, dados específicos por estado e quantitativos amplamente citados seguem como informações em apuração e dependem de confirmação oficial.
Com base em documentos e comunicados já divulgados anteriormente por órgãos oficiais, é possível afirmar que as FICCOs integram diferentes forças de segurança e justiça para atuação coordenada contra organizações criminosas, com composição variável em cada estado. O Ministério da Justiça e Segurança Pública já vem apontando a expansão desse modelo como parte da estratégia nacional de enfrentamento ao crime organizado.
A PF, por sua vez, mantém uma área pública de operações e notícias, que costuma concentrar comunicados e atualizações quando há divulgação formal sobre ações desse tipo.
Operação integrada da PF mira tráfico de drogas, armas e facções
Foto: Divulgação/PF
Na prática, uma ofensiva integrada como esta tende a provocar reflexos imediatos nas regiões alcançadas. Entre eles, o aumento de diligências ao longo do dia, com buscas, prisões e abordagens que podem se desdobrar em novas capturas em dias seguintes, conforme o avanço das investigações.
Outro ponto é o impacto financeiro sobre as quadrilhas. Quando autorizadas pela Justiça, medidas como bloqueio de contas, sequestro de bens, retenção de veículos, imóveis e empresas de fachada atingem diretamente a estrutura econômica das organizações criminosas.
No caso específico de Minas Gerais e São Paulo, estados relevantes em rotas logísticas e mercados consumidores, operações integradas costumam mirar tanto a cadeia operacional do tráfico quanto operadores financeiros e apoiadores locais, com potencial de abalar disputas territoriais e fluxos de lavagem de dinheiro.
As próximas etapas da cobertura dependem da divulgação de informações oficiais mais detalhadas. A expectativa é por uma nota da PF — nacional ou por superintendências estaduais — que traga o nome da operação, número de mandados por estado, crimes investigados, varas responsáveis e valores efetivamente bloqueados.
Também são aguardados detalhes específicos sobre alvos e cidades em Minas Gerais e no interior de São Paulo, inclusive eventuais prisões de lideranças e medidas patrimoniais relevantes.