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A greve de servidores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) completou cinco dias e segue em curso, mesmo após decisão judicial relacionada ao movimento. A paralisação mantém um cenário de instabilidade em unidades da rede estadual e já provoca remarcações de procedimentos e incerteza entre pacientes e familiares. Reportagem exibida no MG1 (TV Globo/Globoplay) mostrou reflexos na assistência, cobranças por negociação e dúvidas sobre quando os atendimentos serão normalizados.
Servidores realizaram protesto nas proximidades do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII
Foto: Sindpros / Divulgação
A paralisação envolve trabalhadores da rede Fhemig e ocorre em um contexto de judicialização recorrente de greves em serviços considerados essenciais. Em diferentes decisões sobre movimentos envolvendo a fundação, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) tem analisado se foram cumpridos os requisitos legais para deflagração de greve no serviço público e a necessidade de garantir a continuidade de serviços indispensáveis à população.
Na prática, com o movimento alcançando o quinto dia, pacientes e familiares enfrentam remarcações, atrasos e mudanças de fluxo, sobretudo em procedimentos eletivos e atendimentos que dependem de equipe completa. A permanência da greve mesmo após decisão judicial reforça o clima de indefinição sobre o ritmo de retomada dos serviços.
Até o momento desta apuração, não foi localizado em fonte pública aberta, com data de 2026, o inteiro teor da decisão judicial específica mencionada, com detalhes como data exata, número do processo, percentual mínimo de funcionamento, multa diária ou demais determinações. O TJMG disponibiliza decisões em PDF sobre greves envolvendo a Fhemig, mas elas podem se referir a episódios anteriores.
Em greves anteriores na Fhemig, o Governo de Minas, por meio da Advocacia-Geral do Estado (AGE-MG), já recorreu ao TJMG em busca de liminares para suspender paralisações, sob o argumento de risco de dano à coletividade e de prejuízo à continuidade do serviço público de saúde.
Em acórdão de dissídio coletivo envolvendo a Fhemig e entidade sindical, o TJMG registrou entendimento de que greves no serviço público devem obedecer a requisitos legais, como tentativa de negociação prévia, comunicação às partes envolvidas e garantia de serviços indispensáveis. O descumprimento dessas exigências pode levar à declaração de ilegalidade do movimento.
Para os pacientes, a greve tende a significar adiamento de consultas e procedimentos eletivos, além de incerteza sobre prazos de remarcação. Em geral, setores de urgência e emergência costumam ser mantidos como prioridade, mas podem sofrer sobrecarga a depender do nível de adesão ao movimento e do remanejamento de equipes.
Entre acompanhantes e familiares, aumenta o número de deslocamentos sem atendimento concluído e a necessidade de checar a situação do serviço antes de sair de casa. A orientação é que usuários busquem confirmar, sempre que possível, se consultas, exames e cirurgias estão mantidos.
Na rede estadual, há risco de formação de fila reprimida e de um efeito em cascata na regulação, com pressão adicional sobre outras unidades de saúde. Com a greve entrando no quinto dia e ainda em meio a questionamentos judiciais, o temor é de um acúmulo progressivo de demandas não atendidas.
Para detalhar com precisão o cenário, ainda é necessário confirmar diretamente, junto a TJMG, AGE-MG ou Fhemig, o teor da decisão judicial de 2026 citada, incluindo data, número do processo, percentuais mínimos de funcionamento e eventuais multas ou obrigações impostas.
Também é preciso atualizar, com base em boletins oficiais da Fhemig ou da Secretaria de Estado de Saúde, o status da greve, o grau de adesão, os serviços mantidos e os setores mais afetados, bem como ouvir formalmente as entidades representativas dos trabalhadores.
Enquanto a paralisação persiste e mesmo após decisão judicial a greve de servidores da Fhemig continua e entra no quinto dia, a principal orientação aos pacientes é tentar confirmar previamente, com a unidade de referência ou central de marcação, se o atendimento está mantido e quais serviços estão funcionando, para reduzir o risco de deslocamentos sem atendimento.