STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
Com índice de infestação de 2,1%, Timóteo permanece em situação de médio risco para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. O dado é do primeiro Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa) realizado em 2026 no município.
De acordo com os critérios do Ministério da Saúde, índices abaixo de 1% são considerados satisfatórios; entre 1% e 3,9% caracterizam estado de alerta; e valores iguais ou superiores a 4% representam risco de surto.
Foto: Divulgação/Agência Brasil
O resultado indica que, a cada 100 residências visitadas, mais de duas apresentaram focos do mosquito. De acordo com os critérios do Ministério da Saúde, índices abaixo de 1% são considerados satisfatórios; entre 1% e 3,9% caracterizam estado de alerta; e valores iguais ou superiores a 4% representam risco de surto.
A coleta das informações ocorreu nos dias 13 e 14 de janeiro, abrangendo todos os bairros de Timóteo. Ao longo do ano, estão previstos outros três levantamentos para o monitoramento da infestação e acompanhamento da evolução dos índices.
Apesar da queda em relação ao mesmo período de 2025, quando o índice chegou a 4,7%, a Prefeitura de Timóteo reforça que a situação ainda exige atenção. Segundo o supervisor geral do setor de arboviroses, Bruno Almeida de Souza, a maioria dos focos continua sendo localizada dentro das residências, especialmente em recipientes que acumulam água, como baldes, garrafas, pneus e caixas-d’água destampadas.
A administração municipal enfatiza que a colaboração da população é fundamental para conter o avanço do mosquito, com a eliminação de criadouros, manutenção de quintais limpos e respeito aos cronogramas de recolhimento de lixo e entulho.