CSN é multada em R$ 39 milhões pelo TRF-6 por atraso para reduzir participação na Usiminas
Tribunal considerou 391 dias de descumprimento do prazo para baixar fatia abaixo de 5%, em medidas acompanhadas pelo Cade; processo está em sigilo.
Duas estagiárias de um curso técnico de enfermagem foram desligadas do campo de estágio após a circulação de uma falsa receita com conteúdo sexual em Alagoinha, no Agreste de Pernambuco. O documento, que usava formato semelhante ao de um receituário de unidade de saúde, viralizou nas redes sociais e levou a Secretaria Municipal de Saúde a abrir uma sindicância interna.
Segundo nota da Secretaria Municipal de Saúde de Alagoinha, o papel não tinha validade técnica ou administrativa, pois apresentava apenas o carimbo de uma técnica de enfermagem da rede municipal, sem assinatura da profissional. A pasta informou que a linguagem usada no documento era incompatível com os padrões técnicos e éticos da assistência em saúde.
Imagem ilustrativa de técnicas de enfermagem (
Foto: Freepik)
A apuração administrativa concluiu que a falsa prescrição foi confeccionada por duas estagiárias que atuavam na Unidade Mista Maria Eliziária Paes. Ainda de acordo com a secretaria, elas teriam usado indevidamente uma folha de receituário da unidade e o carimbo da profissional, sem conhecimento ou autorização da técnica de enfermagem nem da preceptora responsável.
Durante a sindicância, as estudantes relataram que a conduta ocorreu em contexto de
“brincadeira”.O conteúdo, no entanto, acabou sendo publicado em uma rede social por uma das envolvidas e ganhou repercussão nacional, gerando críticas sobre o uso de documentos oficiais e identificação profissional.
Suposta receita médica (
Foto: Reprodução)
A técnica de enfermagem cujo carimbo aparecia no documento chegou a ser afastada de forma cautelar enquanto o caso era apurado. Com o fim da sindicância, a Secretaria Municipal de Saúde informou que não encontrou elementos que indicassem participação, anuência ou responsabilidade da profissional, que foi reintegrada às funções.
A pasta afirmou ainda que adotou as medidas administrativas cabíveis e considerou o caso esclarecido após a conclusão do procedimento interno e o desligamento das estagiárias envolvidas.