Filha do presidente da Grande Rio nega que Virginia tenha comprado cargo por R$ 15 milhões

Thainá de Oliveira afirmou nas redes que não houve pagamento para Virginia Fonseca assumir como rainha de bateria; não há nota oficial da escola com valores, e o tema voltou a repercutir após o Desfile das Campeãs

23/02/2026 às 22:47 por Redação Plox

A presença de Virginia Fonseca na Acadêmicos do Grande Rio voltou ao centro dos debates nas redes sociais após o Desfile das Campeãs. Em meio a boatos de que a influenciadora teria “comprado” o cargo de rainha de bateria e desembolsado R$ 15 milhões para assumir o posto, a filha do presidente de honra da escola, Thainá de Oliveira, negou publicamente as informações e classificou a versão como mentira.

(Reprodução )

(Reprodução )


Filha do presidente de honra reage a rumores

De acordo com relato publicado pelo gshow, Thainá — que é musa da Grande Rio e filha de Helinho de Oliveira, presidente de honra da agremiação — abriu uma caixinha de perguntas no domingo (22/02/2026), após o Desfile das Campeãs. Entre as questões enviadas, ela foi diretamente perguntada sobre o que seria verdade ou mentira envolvendo Virginia Fonseca e também Mestre Fafá.

Na resposta, Thainá negou dois pontos que circulavam com força nas redes sociais: que Virginia teria comprado o cargo de rainha de bateria e que teria investido R$ 15 milhões na escola. Segundo o gshow, ela reforçou que esses valores e a suposta “compra de posto” não procedem.

Ainda conforme a publicação, Thainá apontou que a “verdade” seria a intenção de Virginia de se aproximar mais da comunidade e de conhecer melhor as pessoas da escola, em um esforço para estreitar o vínculo com a Grande Rio.

Ausência de nota oficial e acordo comercial em destaque

Até o momento desta apuração, não há, nas fontes consultadas, registro de nota oficial da Acadêmicos do Grande Rio detalhando valores ou qualquer tipo de transação financeira ligada ao posto de rainha de bateria. O desmentido mais direto sobre a suposta “compra de cargo” vem de Thainá, ligada à escola, e de declarações anteriores da própria Virginia, que já havia negado ter pago R$ 15 milhões para assumir a posição.

Paralelamente, a cobertura do Correio Braziliense/Observatório dos Famosos menciona um acordo comercial entre a WePink, empresa de Virginia, e a Grande Rio para um produto licenciado (perfume). Segundo essas reportagens, as vendas seriam operadas pela própria escola, por meio de seu site, CNPJ e canais próprios.

As matérias citam projeções de retorno financeiro baseadas em volume de vendas e margem, apresentadas como estimativas internas. Esses números aparecem relacionados ao negócio do perfume e não como comprovação de qualquer “compra de cargo” por R$ 15 milhões.

Repercussão para público, escola e influenciadora

Para o público, o desmentido feito por Thainá e as negativas já dadas por Virginia tendem a reduzir — mas não necessariamente encerrar — a onda de especulações sobre a ideia de um posto “comprado”, tema recorrente quando celebridades ocupam posições de destaque no Carnaval.

Na escola, a discussão ocorre em um momento sensível de pós-apuração e pós-Desfile das Campeãs, período em que a Grande Rio teve o quesito bateria em evidência. Em entrevista ao gshow, Mestre Fafá afirmou ter conversado com a presidência e indicou que sua permanência estaria “90% encaminhada”.

Para Virginia, a polêmica representa desgaste de imagem em meio ao auge da visibilidade carnavalesca. A influenciadora já havia dito anteriormente que a história do pagamento de R$ 15 milhões seria “mentira” e, segundo o iG, mencionou a possibilidade de adotar “medidas cabíveis” contra a disseminação dos boatos.

O que ainda deve ser acompanhado

Entre os próximos desdobramentos esperados está a possibilidade de a Acadêmicos do Grande Rio divulgar uma nota oficial esclarecendo, de forma mais detalhada, a relação institucional com Virginia — incluindo parcerias comerciais e os critérios adotados para a escolha do posto de rainha de bateria. Essa informação ainda está em apuração.

Também segue no radar a eventual formalização de medidas jurídicas citadas por Virginia em declarações anteriores, caso venha a haver confirmação pública dessas ações.

Além disso, há expectativa em torno de novos comunicados sobre o acordo comercial envolvendo o perfume licenciado. As cifras já divulgadas aparecem como projeções e estimativas em reportagens; a tendência é que, nas próximas semanas, a escola apresente números consolidados de vendas, o que pode ajudar a separar, de forma mais objetiva, a parceria de negócios dos boatos de que Virginia teria pago R$ 15 milhões para comprar o cargo.

Compartilhar a notícia

V e j a A g o r a