Petróleo oscila e passa a cair após declarações de Trump em meio à tensão no Estreito de Ormuz

Conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã mantém incerteza no mercado de energia e aumenta a sensibilidade das cotações a falas e mudanças no cenário da guerra

23/03/2026 às 08:56 por Redação Plox

A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã segue elevando a incerteza no mercado de energia e mantém o Estreito de Ormuz sob atenção, em um cenário que deixa o petróleo sensível a novas declarações e a qualquer mudança no conflito, segundo a Agência Brasil.


Trump dá ultimato para o regime dos aiatolás reabrir o estreito de Ormuz.

Trump dá ultimato para o regime dos aiatolás reabrir o estreito de Ormuz.

Foto: Reprodução


Conflito no Oriente Médio mantém atenção sobre o fluxo global de petróleo

O confronto no Oriente Médio, com ataques e contra-ataques envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, continua no centro das atenções de investidores e governos pelo impacto potencial no fluxo global de petróleo.

De acordo com a Agência Brasil, em reportagem publicada em 11 de março de 2026, ainda não havia “pausa” no conflito nem “qualquer sinal” de que os navios pudessem voltar a navegar pelo Estreito de Ormuz, uma rota estratégica por onde passa uma parcela relevante do petróleo comercializado no mundo. A mesma reportagem descreve o bloqueio como a pior interrupção do fornecimento de energia desde os choques do petróleo da década de 1970.

Volatilidade tende a aumentar e pressão pode se espalhar para mercados e inflação

A persistência desse quadro tende a elevar a volatilidade das cotações do petróleo e a pressionar os mercados financeiros, sobretudo em países e setores mais dependentes de importações de energia.

No Brasil, o tema é acompanhado de perto por causa dos efeitos em cadeia sobre combustíveis, inflação e empresas ligadas ao setor de óleo e gás.

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