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A Justiça de Minas Gerais determinou que o sistema CORE-MG seja suspenso e que o SUS Fácil volte a operar. Segundo a Prefeitura de Ipatinga, a decisão considera os impactos e os riscos gerados pela troca repentina no modelo estadual de regulação e transferência de pacientes.

Foto: Divulgação
Nos últimos dias, moradores de Ipatinga passaram a sentir, na prática, os efeitos da mudança, principalmente nas unidades de urgência e emergência do município. A administração municipal relata que a alteração no sistema trouxe dificuldades operacionais, refletindo no fluxo de encaminhamentos e remoções hospitalares.
Conforme informado pela prefeitura, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) permanece em situação de superlotação. O quadro, de acordo com o município, se intensificou com o aumento de registros de síndromes respiratórias e com entraves nas transferências hospitalares durante a implantação do novo sistema estadual.
A gestão municipal afirma que acompanhou de perto a evolução do problema e manteve interlocução constante com o governo estadual, cobrando mais rapidez, responsabilidade e medidas capazes de reduzir os prejuízos no atendimento à população.
Apesar do cenário descrito, as equipes da Secretaria Municipal de Saúde continuam mobilizadas. A prefeitura informa que um plano de contingência está em andamento, junto a ações permanentes, para assegurar assistência aos usuários da rede pública municipal.