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Brasileiros que pretendem viajar para a Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos, México e Canadá, devem conferir a caderneta de vacinação antes do embarque. O alerta foi reforçado pelo Ministério da Saúde diante da circulação do sarampo nos três países-sede do Mundial, doença altamente contagiosa e que pode ser evitada com imunização.
Vacina deve ser tomada antes do embarque
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
O cenário preocupa autoridades de saúde porque a competição deve aumentar o fluxo internacional de torcedores. Relatório da Organização Pan-Americana da Saúde, divulgado em 21 de maio, apontava 10.817 casos confirmados de sarampo no México, 1.893 nos Estados Unidos e 1.018 no Canadá em 2026. Os três países estão entre os locais com transmissão ativa da doença nas Américas.
Países-sede têm surtos ativos
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
A orientação do Ministério da Saúde é que o viajante procure uma unidade do SUS e atualize a vacinação, preferencialmente, pelo menos 15 dias antes da viagem. Esse é o prazo considerado ideal para que o organismo desenvolva resposta imunológica adequada. Caso não seja possível cumprir esse intervalo, a recomendação é receber a vacina mesmo perto da data do embarque ou até no dia da viagem.
Crianças de 6 a 11 meses devem receber a chamada “dose zero”, uma aplicação extra indicada em situações de risco. Pessoas de 1 a 29 anos precisam ter duas doses registradas. Adultos de 30 a 59 anos devem receber uma dose, caso não tenham comprovação vacinal. A vacina usada é a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.
Crianças de 6 a 11 meses devem receber a chamada “dose zero”.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Além de proteger o torcedor, a vacinação busca reduzir o risco de reintrodução do vírus no Brasil. O país mantém o status de livre da circulação endêmica do sarampo, mas registrou casos importados e ações de bloqueio em 2026, segundo o Ministério da Saúde. A preocupação é que pessoas infectadas no exterior retornem ao país e transmitam o vírus a quem não está imunizado.
O sarampo é transmitido pelo ar, por tosse, fala, espirro ou respiração, e uma pessoa infectada pode contaminar outras antes mesmo de saber que está doente. Os principais sintomas são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas vermelhas que geralmente começam no rosto e depois se espalham pelo corpo.
Quem apresentar sintomas durante a viagem ou após retornar ao Brasil deve procurar atendimento médico e informar o histórico de deslocamento internacional. Em casos graves, o sarampo pode causar complicações como pneumonia, encefalite e até morte, especialmente em pessoas não vacinadas ou com maior vulnerabilidade.