São Paulo confirma primeiro caso de mpox do ano em Araraquara
Paciente é um homem de 25 a 29 anos; estado soma 51 casos confirmados e não registra mortes, segundo a SES-SP
25/02/2026 às 12:31por Redação Plox
25/02/2026 às 12:31
— por Redação Plox
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A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo (SES-SP) confirmou, na terça-feira (24), o primeiro caso de mpox, antiga varíola dos macacos, em Araraquara neste ano. Em todo o estado, foram registrados 51 casos confirmados da doença até a publicação desta reportagem, sem registro de mortes.
De acordo com o painel de monitoramento da doença Central/CIEVS - Estado de São Paulo, o primeiro caso confirmado na região é de um homem de 25 a 29 anos, morador de Araraquara. Não há informações divulgadas sobre o estado de saúde do paciente.
Em todo o estado de São Paulo, foram confirmados 51 casos. Não há registro de mortes.
Foto: Divulgação.
Nova variante detectada no exterior
Na última semana, uma nova variante da mpox foi identificada no Reino Unido e na Índia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esses registros indicam que o vírus pode estar circulando de forma mais ampla do que o documentado até agora. Apesar dessa expansão, a avaliação global de risco permanece inalterada, de acordo com a entidade.
O que é a mpox
A mpox é uma zoonose viral, transmitida entre pessoas e animais. A infecção pode ocorrer por contato próximo com fluidos corporais de alguém contaminado ou por arranhões e mordidas de animais infectados.
Alguns dos sintomas associados à doença são dor de cabeça, gânglios inchados e erupções na pele.
A enfermidade, antes chamada de "varíola dos macacos", foi identificada pela primeira vez em 1958, em colônias de macacos. Hoje se sabe que o vírus também pode ser transmitido por roedores, como esquilos, e por outros mamíferos, inclusive cães domésticos, o que motivou a mudança de nome adotada internacionalmente.
Sintomas e formas de prevenção
Entre os principais sintomas da mpox estão dor de cabeça, aumento dos gânglios linfáticos e erupções cutâneas que podem surgir em diferentes partes do corpo.
Para reduzir o risco de contágio, especialistas recomendam:
evitar contato direto com lesões na pele de pessoas infectadas;