Nikolas reage a apelo de Flávio Bolsonaro por união da direita e diz estar no limite
Deputado afirma ser alvo de provocações há três anos, critica tentativas de dividir aliados e declara apoio ao senador na disputa de outubro
25/04/2026 às 08:46por Redação Plox
25/04/2026 às 08:46
— por Redação Plox
Compartilhe a notícia:
Nesta sexta-feira (24), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) reagiu a uma publicação do senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pediu união da direita.
Nikolas Ferreira
Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Na mensagem, Nikolas afirmou que tem sido alvo de provocações e disse que, embora tenha optado pelo silêncio ao longo dos últimos anos, chegou ao limite diante do que descreveu como ataques recorrentes e tentativas de divisão entre aliados.
Reprodução
Deputado relata provocações e diz que divisão virou objetivo
As provocações que tenho sofrido já vem acontecendo há 3 anos. E permaneço calado. Mas como todo ser humano, tenho um limite. E com o passar do tempo, vários aliados de longa data, leais e íntegros tem sido alvo da mesma turma que nada agregam, a não ser gerar divisão e até mesmo fiscalização/perseguição a quem não posta uma porcentagem que eles desejam
Nikolas Ferreira
Segundo o deputado, até detalhes como “cor de camisa” estariam sendo usados como argumento para conflitos. Ele também criticou o que chamou de facilidade de “postar todos os dias”, em contraste com o trabalho que, para ele, seria necessário para conquistar votos por meio de ideias.*
Apoio a Flávio e foco na eleição de outubro
No texto, Nikolas concluiu afirmando que fará de tudo para que Flávio vença o pleito de outubro e citou a defesa de anistia para as pessoas do dia 08 e para perseguidos políticos. Ele também mencionou o pai do senador, destacando lealdade e gratidão, e disse ver em Flávio uma esperança de mudança para o Brasil.
Ao encerrar, o parlamentar afirmou acreditar no senador e reforçou a necessidade de manter o foco, sinalizando que pretende seguir em silêncio diante das provocações. Para ele, “nosso inimigo é outro”.