Lula inicia radioterapia preventiva após retirada de lesão no couro cabeludo

Tratamento complementar começou nesta segunda (25) no Sírio-Libanês, em Brasília, e não deve alterar a rotina oficial.

25/05/2026 às 14:23 por Redação Plox

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (25) um tratamento complementar de radioterapia superficial preventiva no couro cabeludo, após a retirada de uma lesão basocelular em abril. O procedimento é realizado no Hospital Sírio-Libanês, unidade Brasília, e não deve alterar a rotina oficial do presidente.

Lula fará 15 sessões de radioterapia após retirada de câncer de pele;

Lula fará 15 sessões de radioterapia após retirada de câncer de pele;

Foto: Presidente Lula • Ricardo Stuckert / PR


Agenda mantida sem restrições

De acordo com boletim médico divulgado pelo Sírio-Libanês, Lula seguirá com as atividades diárias sem restrições e continuará acompanhado pelas equipes lideradas pelo cardiologista Roberto Kalil Filho e pela médica Ana Helena Germoglio. A lesão havia sido retirada no dia 24 de abril.

Segundo informações divulgadas pela Agência Brasil, o tratamento terá 15 sessões ao longo de três semanas. Cada aplicação deve durar cerca de dois minutos. Mesmo após iniciar a radioterapia, o presidente manteve compromissos no Palácio do Planalto nesta segunda-feira.

O que é a lesão basocelular

O carcinoma basocelular é classificado pelo Ministério da Saúde como o tipo mais comum e menos agressivo entre os cânceres de pele não melanoma. Em geral, apresenta evolução lenta e tem maior chance de cura quando identificado e tratado precocemente.

Esse tipo de câncer costuma estar associado à exposição solar e pode surgir em áreas mais expostas do corpo, como rosto, pescoço, orelhas e couro cabeludo. A recomendação médica é procurar avaliação especializada diante de feridas que não cicatrizam, manchas que mudam de aspecto ou lesões persistentes na pele.

Acompanhamento médico continua

O boletim médico desta segunda-feira foi assinado por Rafael Gadia, diretor de Governança Clínica do Sírio-Libanês, e Volney Vilela, diretor clínico do hospital. Até o momento, não foi anunciada qualquer restrição à agenda presidencial durante o período de tratamento.

Compartilhar a notícia

V e j a A g o r a