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Golpe do falso Pix mira moradores do Vale do Aço por e-mail.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
O e-mail apresenta características usadas em golpes digitais, como número de comprovante, horário de emissão e aparência de comunicação bancária. A estratégia é provocar curiosidade ou medo no destinatário, que pode acreditar ter recebido uma quantia inesperada ou identificar uma movimentação estranha na conta.
Ao clicar no link indicado, a vítima pode ser direcionada para páginas falsas criadas para capturar dados pessoais, senhas e informações bancárias. Também há risco de instalação de programas maliciosos no celular ou computador, dependendo do tipo de arquivo ou página acessada.
A orientação é não clicar em links recebidos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagem quando houver promessa, aviso ou cobrança relacionada a Pix. O ideal é abrir diretamente o aplicativo oficial do banco ou da instituição financeira para verificar se houve alguma movimentação real.
Também é importante conferir o remetente da mensagem, desconfiar de valores muito altos ou inesperados e não informar senhas, códigos de autenticação ou dados bancários fora dos canais oficiais. Caso a pessoa tenha apenas recebido o e-mail, sem clicar no link nem informar dados, a recomendação é apagar a mensagem e bloquear ou denunciar o remetente.
A orientação é não clicar em links recebidos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagem.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil.
O Banco Central orienta que vítimas de fraude envolvendo Pix acionem imediatamente a própria instituição financeira pelo aplicativo ou pelos canais oficiais. O pedido pode ser feito por meio do Mecanismo Especial de Devolução, o MED, ferramenta criada para tentar recuperar valores enviados em casos de fraude, golpe ou crime.
O Banco Central orienta que vítimas de fraude envolvendo Pix acionem imediatamente a própria instituição financeira pelo aplicativo ou pelos canais oficiais.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Após o acionamento, as instituições envolvidas analisam a suspeita. Quando há recursos disponíveis na conta recebedora, o valor pode ser bloqueado temporariamente enquanto o caso é apurado. Se a fraude for confirmada, a vítima pode receber a devolução, mas o Banco Central alerta que o MED não garante a recuperação integral do dinheiro em todas as situações.
Caso não consiga resolver diretamente com o banco, a vítima pode registrar reclamação nos canais oficiais do Banco Central, procurar o Procon ou buscar orientação jurídica. O caso também deve ser comunicado às autoridades policiais, especialmente se houve prejuízo financeiro ou uso indevido de dados pessoais.