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Douglas Alves da Silva seguirá preso preventivamente e responderá por feminicídio e tentativa de homicídio, segundo decisão desta segunda-feira (25).
Por que tanta gente consegue planejar uma economia no papel, mas acaba cedendo a uma compra parcelada pouco tempo depois? A economia comportamental aponta um atalho mental frequente por trás desse tipo de decisão: o “viés do presente”, quando o cérebro tende a priorizar recompensas imediatas, mesmo que isso signifique abrir mão de ganhos maiores mais adiante.
Esse padrão aparece em escolhas corriqueiras. Na prática, muitas pessoas preferem ficar com R$ 100 imediatamente a esperar um mês para receber R$ 120. Já quando a decisão é empurrada para depois, a espera parece menos difícil. Especialistas explicam que a questão central não é apenas o valor envolvido, e sim a distância no tempo entre o custo e o benefício.
Economia comportamental aponta um atalho mental frequente por trás desse tipo de decisão
Foto: Arte/Inteligência Artificial/Henrique Lacerda/PLOX
O mesmo mecanismo ajuda a entender atitudes que se repetem no dia a dia financeiro, como entrar no rotativo do cartão de crédito, dividir uma compra em parcelas sem necessidade ou postergar decisões importantes. Nessas horas, o prazer do consumo imediato tende a ganhar força, enquanto o custo futuro fica em segundo plano.