Operação Mercado Oculto prende homem e encontra veículos furtados e motores em galpão na Grande BH

Ação da Polícia Civil cumpriu mandados em Igarapé e Betim; investigação apura possível desmanche e venda clandestina de peças automotivas.

27/05/2026 às 11:57 por Redação Plox

Um homem de 53 anos foi preso durante a Operação Mercado Oculto, deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais nessa terça-feira (26), para combater uma possível rede de desmanche e venda clandestina de peças automotivas na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A ação cumpriu mandados de busca e apreensão em dois endereços, um em Igarapé e outro em Betim, onde ocorreu a prisão.


Operação Mercado Oculto prende homem e encontra veículos furtados e motores em galpão na Grande BH

Foto: Divulgação/PCMG


Galpão era usado para desmontagem

Segundo a PCMG, as investigações indicam que os imóveis tinham funções diferentes dentro do esquema. Em um galpão em Igarapé, os policiais encontraram três veículos furtados em processo de desmontagem, quatro motores com registro de furto e diversas peças sem identificação.

Ponto de venda funcionava em Betim

A cerca de 17 quilômetros do galpão, em Betim, funcionava um estabelecimento de peças usadas que, conforme a Polícia Civil, seria utilizado para comercializar os componentes retirados dos veículos. No local, os investigadores localizaram peças compatíveis com os carros apreendidos em Igarapé.

Ainda durante as buscas, os policiais encontraram dois veículos estacionados no estabelecimento com a mesma placa de identificação. De acordo com a PCMG, os carros teriam sido usados no transporte das peças desmontadas, dentro da cadeia de distribuição do desmanche clandestino.

Suspeito já era investigado

O homem preso é apontado pela Polícia Civil como proprietário da empresa em Betim, dos dois veículos com sinais de adulteração e também como responsável pelo galpão localizado em Igarapé. Ele foi autuado em flagrante por receptação, adulteração de sinais identificadores de veículo e associação criminosa.

Segundo a PCMG, o investigado já responde a outros sete inquéritos por receptação e adulteração de sinais identificadores de veículo. As apurações continuam para identificar outros possíveis envolvidos na rede e a origem das peças apreendidas.

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