EUA e Israel atacam alvos no Irã, que revida com mísseis e drones contra Israel e bases americanas no Golfo
Ofensiva conjunta elevou a tensão no Oriente Médio após relatos de explosões em Teerã; em retaliação, Teerã mirou Israel e instalações ligadas às forças dos EUA em Bahrein, Kuwait, Qatar e Emirados Árabes Unidos, com interrupções no tráfego aéreo e alertas na região.
28/02/2026 às 08:37por Redação Plox
28/02/2026 às 08:37
— por Redação Plox
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Uma ofensiva militar conjunta de Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã elevou de forma brusca a tensão no Oriente Médio neste sábado (28). Em resposta direta, EUA e Israel atacam o Irã, que bombardeia bases americanas em países do Golfo e lança mísseis e drones contra Israel, segundo autoridades locais e veículos internacionais. O agravamento do conflito levou ao fechamento de espaços aéreos, alertas de segurança e preocupação com rotas de voo e com o mercado de energia.
Ataques ocorreram nesta manhã
Vídeo: Redes Sociais
Ataque coordenado e resposta iraniana
De acordo com a Associated Press, Estados Unidos e Israel iniciaram uma ação militar coordenada contra o Irã, descrita pelo presidente americano Donald Trump como início de “grandes operações de combate”. As informações apontam para explosões e ataques a pontos sensíveis em Teerã e em outras áreas, com relatos de vítimas civis em meio aos bombardeios.
Na sequência, o Irã partiu para a retaliação. Segundo o Guardian e o Iran International, mísseis e drones foram lançados contra Israel e contra instalações ligadas às forças americanas em países do Golfo, em um movimento que amplia o risco de regionalização do conflito. Há registros de alertas e explosões em locais como Bahrein, Kuwait, Qatar e Emirados Árabes Unidos, com ativação de sistemas de defesa aérea e interrupções no tráfego aéreo.
A escalada militar levou a União Europeia a cobrar “pleno respeito ao direito internacional” e a pedir moderação e proteção de civis, conforme divulgado pelo El País, em meio à pressão diplomática para tentar conter o avanço das hostilidades.
Posicionamentos oficiais no Golfo e na Europa
No Golfo, governos locais confirmaram incidentes ligados à ofensiva iraniana. Um oficial do Qatar afirmou que os sistemas de defesa aérea do país interceptaram um míssil e que não houve danos, segundo relato reproduzido pelo Iran International, com base em agências e comunicações locais.
O Bahrein informou que uma instalação associada à Quinta Frota dos Estados Unidos foi alvo de ataque com míssil e que mais detalhes seriam divulgados posteriormente, também de acordo com o Iran International.
Na Europa, líderes da União Europeia reforçaram o apelo por moderação, proteção de civis e respeito às normas internacionais após os ataques, em linha com o que foi reportado pelo El País. Já entre Estados Unidos e Irã, seguem circulando declarações e ameaças de “resposta” e de possível ampliação do conflito, em um contexto de aumento de prontidão militar na região descrito em atualizações ao vivo do Washington Post.
As informações divulgadas até o momento indicam que ainda não há um quadro consolidado de danos e vítimas em todos os pontos atingidos, e os países têm divulgado apenas balanços parciais.
Impacto em voos, viagens e economia
O fechamento e a restrição de espaços aéreos em partes do Oriente Médio já afetam operações civis. Companhias aéreas podem cancelar, desviar ou atrasar voos que utilizam hubs do Golfo, como Doha e Dubai, o que tende a repercutir em conexões internacionais. Para passageiros no Brasil, isso pode atingir rotas para Ásia, Europa e África, dependendo das conexões e da malha aérea.
Para brasileiros com viagens marcadas para a região ou com conexão em países do Golfo, a orientação prática é acompanhar de perto comunicados da companhia aérea e do aeroporto de conexão, além de verificar avisos consulares antes de qualquer deslocamento. As orientações oficiais do governo brasileiro não apareceram de forma verificável nesta apuração e, portanto, esse ponto ainda depende de eventual nota do Itamaraty.
Na economia, a escalada entre EUA, Israel e Irã aumenta o risco de volatilidade no preço do petróleo e do câmbio, em meio ao temor de impactos em rotas estratégicas de energia no Oriente Médio, quadro já apontado em análises de coberturas internacionais.
O que observar nos próximos desdobramentos
Nas próximas horas, a atenção se volta para novos comunicados de Estados Unidos, Israel, Irã e países do Golfo sobre interceptações, danos e possível registro de vítimas. Também são esperados boletins de autoridades de aviação civil sobre fechamentos, alertas de risco e ajustes em rotas, além de anúncios de companhias aéreas sobre cancelamentos e reacomodações.
A cobertura tende a ser atualizada com eventual posicionamento do governo brasileiro sobre a segurança de cidadãos na região e recomendações de viagem, informação que ainda não foi confirmada nesta apuração.
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