PF deflagra operação nacional contra abuso sexual infantil e cumpre 159 mandados
Ação ocorre nesta terça (28) em todos os estados e no DF, com 16 mandados de prisão e foco em identificar e prender suspeitos de crimes contra crianças e adolescentes.
O governo de Minas Gerais afirmou, em nota divulgada na tarde desta terça-feira (28), que a exoneração do agora ex-secretário de Educação, Rossieli Soares, não ocorreu “de comum acordo” e foi motivada por informações preliminares de investigações conduzidas contra o ex-chefe da pasta.
Segundo o Palácio Tiradentes, a decisão de exoneração foi tomada pelo governador Mateus Simões nos últimos dias e oficializada na segunda-feira (27/4). De acordo com a nota, o motivo foi o avanço de uma apuração conduzida pela Controladoria-Geral do Estado (CGE), com informações já encaminhadas às autoridades competentes para a tomada de providências.
Rossieli Soares (ex-secretario de educação de Minas Gerais) •
Foto: Marcelo Sant'Anna / ALMG
A decisão de exoneração, tomada pelo governador Mateus Simões nos últimos dias e oficializada na segunda-feira (27/4), se deu em virtude de informações preliminares de investigação conduzida pela Controladoria-Geral do Estado (CGE) e já encaminhadas às autoridades competentes para a tomada de providências
Nota do governo de Minas Gerais
O governo, porém, não detalhou quais condutas são apuradas em relação a Rossieli Soares.
A manifestação do governo ocorre após a divulgação, à imprensa, de uma nota atribuída a Rossieli Soares informando que a exoneração teria sido encaminhada em “comum acordo”. O Palácio Tiradentes informou ainda que um procedimento de investigação será aberto para apurar as responsabilidades pela nota que, segundo o governo, atribui posicionamentos ao Governo de Minas de forma indevida e sem autorização.
Ex-ministro da Educação no governo Michel Temer (MDB), Rossieli Soares assumiu a Secretaria de Educação em agosto do ano passado, após a saída de Igor Alvarenga. A mudança no comando da pasta ocorre em meio à discussão, na Assembleia, sobre o projeto que pretende implementar escolas cívico-militares como política pública no estado.
Mateus Simões (PSD) já havia feito alterações no alto escalão desde que assumiu o Palácio Tiradentes no fim de março. Na semana passada, Luiz Cláudio Gomes, então secretário de Estado da Fazenda, foi demitido. Para o cargo, assumiu Luciana Mundim, que era adjunta na pasta.