PEC do fim da escala 6x1 é aprovada na Câmara; veja a lista dos 22 deputados que votaram contra
Texto reduz a jornada semanal máxima de 44 para 40 horas e segue agora para votação no Senado, também em dois turnos.
O companheiro de Rosi Mari Marcelly Ayala, encontrada morta em um apartamento no bairro São Judas Tadeu, em Guarapari, no Espírito Santo, foi preso em Rio Casca, na Zona da Mata mineira, após uma fuga pela BR-262. O homem, de 48 anos, é apontado pela polícia como principal suspeito do crime e foi localizado na terça-feira (27), depois de abandonar um Honda Fit e entrar em uma área de mata.
Rosi foi encontrada em avançado estado de decomposição dentro do imóvel onde morava. Familiares acionaram pessoas próximas depois de ficarem cerca de 20 dias sem conseguir contato direto com ela. Segundo o relato registrado pela polícia, as respostas recebidas pelo celular da vítima eram apenas mensagens escritas, o que levantou suspeita de que outra pessoa pudesse estar usando o aparelho.
Rosi Mari Marcelly Ayala e Alex de Almeida Barros
Foto: Reprodução
De acordo com informações enviadas à redação pela Polícia Militar de Minas Gerais, a corporação foi acionada para apoiar a Polícia Rodoviária Federal em uma ocorrência de fuga na BR-262, no km 121, em Rio Casca. O condutor teria desobedecido a uma ordem de parada e seguido em alta velocidade pela rodovia.
Durante o cerco, o suspeito abandonou o veículo às margens da BR-262 e fugiu para uma região de mata. Equipes da PM de Rio Casca, com apoio de militares de cidades vizinhas e do setor de inteligência, iniciaram rastreamento até localizarem o homem ferido às margens do Rio Casca.
Foto: Reprodução
Ainda segundo a PM, o suspeito teria ateado fogo ao próprio corpo durante a fuga. Ele foi socorrido por policiais e pelo Samu, levado inicialmente ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Rio Casca, e depois transferido para uma unidade especializada em Ponte Nova para continuidade do tratamento.
A perícia compareceu ao local onde o homem foi encontrado, e o Honda Fit usado na fuga foi removido para um pátio credenciado. A Polícia Civil do Espírito Santo, por meio da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa de Guarapari, acompanha a apuração do caso.
A polícia também apura a suspeita de que o investigado tenha tentado receber valores ligados à venda de um imóvel da vítima. A informação ainda depende de confirmação formal no inquérito e deve ser analisada pela Polícia Civil ao longo das investigações.
Reportagem de A Gazeta informou, com base em dados atribuídos ao Tribunal de Justiça do Espírito Santo, que o suspeito já havia sido condenado anteriormente por homicídio simples, em caso ocorrido em Anchieta, no Sul do Espírito Santo. Ele estava em liberdade condicional desde setembro de 2025, segundo o veículo.
O corpo de Rosi foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, em Vitória, onde passará por necropsia. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a causa da morte, e as circunstâncias do crime seguem sob investigação.