Macaulay Culkin lamenta morte de Catherine O'Hara de ‘Esqueceram de mim’
A canadense, referência da comédia, teve a morte noticiada nesta sexta-feira (30) após diagnóstico de uma doença não divulgada; Macaulay Culkin prestou homenagem nas redes
Em um dia de ajustes no mercado financeiro, o dólar subiu e a Bolsa de Valores recuou após a indicação do futuro presidente do Banco Central dos Estados Unidos. Mesmo assim, a moeda norte-americana terminou janeiro com a maior queda em sete meses, enquanto a bolsa brasileira registrou o melhor mês em pouco mais de cinco anos.
Mesmo com alta, a moeda estadunidense fechou janeiro com a maior queda em sete meses
Foto: Pixabay
O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (30/1) vendido a R$ 5,24, em alta de R$ 0,054 (+1,03%). A moeda abriu próxima da estabilidade, mas passou a avançar após o presidente Donald Trump indicar Kevin Warsh para comandar o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos.
Apesar da alta no pregão, o movimento do mês foi de desvalorização da divisa. Em janeiro, o dólar acumulou queda de 4,4%, o melhor desempenho mensal desde junho do ano passado. Na semana, a moeda recuou 0,73%.
Fatores internacionais ditaram o tom das negociações. A indicação de Kevin Warsh, ex-diretor do Fed, para presidir a instituição impulsionou o dólar em escala global, freando a perda de valor observada nas últimas semanas. Conhecido do mercado financeiro, Warsh tem histórico de posições consideradas mais conservadoras em relação à política monetária, o que tende a influenciar expectativas sobre juros nos Estados Unidos.
No mercado de ações, o dia foi de correção. O Ibovespa, principal índice da B3, fechou aos 181.364 pontos, com queda de 0,97%. O indicador chegou a subir no início da tarde, mas inverteu o sinal, sob influência de fatores internos e externos.
Mesmo com o recuo na sessão, a bolsa brasileira completou um mês de forte valorização. Em janeiro, o Ibovespa avançou 12,56%, o melhor resultado mensal desde novembro de 2020, quando o índice começava a recuperar-se dos impactos da pandemia de covid-19.
Além do cenário internacional, pesou sobre o pregão a realização de lucros, movimento típico após períodos de forte alta, em que investidores aproveitam a valorização recente dos papéis para vender ações e garantir ganhos.