seg, 01/08/2016 - 16:32

Cadela morre durante mutirão para teste de leishmaniose em Ipatinga

PMI confirmou a morte do animal: sangue coletado será analisado em BH para saber a causa da morte

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Uma cadela da raça pinscher morreu durante um teste de leishmaniose visceral canina em Ipatinga-MG no sábado (30). A Prefeitura de Ipatinga, por meio de uma nota informativa, confirmou o incidente.

Segundo informações repassadas ao PLOX, a cadela “Lupita” foi levada pela dona até um posto de teste rápido de leishmaniose visceral. O teste rápido acusou que o animal estava com leishmaniose. Daí, segundo o relato, no momento em que o sangue da cadela era retirado para análises laboratoriais, ela não resistiu e morreu.

Na nota divulgada, a PMI informou que a cadela tinha 11 anos, o que segundo o site americano Pet Place, é considerado idoso. A nota confirma que o animal havia sido diagnosticado com a doença.

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O corpo do animal foi recolhido à Zoonozes e o sangue colhido foi mandado para um laboratório em Belo Horizonte para que seja comprovada a casa da morte.

NOTA INFORMATIVA - MUTIRÃO DE TESTES PARA LEISHMANIOSE CANINA

A Secretaria Municipal de Saúde informa que foi registrado um incidente durante o mutirão de testes para leishmaniose visceral canina Nos dois dias de ação, foram realizados mais 3,6 mil testes rápidos e coletados cerca de mil amostras de sangue para sorologia em laboratório. Foram ministradas cerca de duas mil doses de vacinas contra a raiva animal na ação, totalizando mais de 14 mil animais imunizados nos últimos dois meses.

A Secretaria esclarece que o animal, da raça pinscher, tinha 11 anos (já considerado idoso), conforme dados informados pelo seu proprietário. O cachorro foi diagnosticado com leishmaniose por meio do teste rápido (coleta de algumas gotas de sangue na orelha) e faleceu no momento da coleta de sangue para sorologia, procedimento feito em sua pata. Ele não chegou a ser vacinado contra a raiva. Conforme preconizado pelo Ministério da Saúde, o animal foi recolhido à Zoonoses e material foi enviado a laboratório oficial, em Belo Horizonte, para confirmar a causa do óbito.

A secretaria reafirma a segurança dos procedimentos e das doses de vacina antirrábica realizadas. A raiva e a leishmaniose visceral são doenças graves e sem cura para o animal. Em caso de dúvida, o cidadão deve recorrer à equipe de profissionais do Centro de Controle de Zoonoses, pelo telefone 3829-8313 ou 8383.

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